São áreas protegidas por lei, com os objetivos de conservar e proteger ecossistemas naturais e processos ecológicos necessários à manutenção da vida, contribuir para a preservação da biodiversidade e de formas de vida ameaçadas de extinção, assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos naturais renováveis, estimular o desenvolvimento econômico local, permitir a realização de pesquisas científicas, atividades turísticas, recreacionais e, até mesmo, solidificar a identidade cultural de populações humanas.
No Brasil, as unidades de conservação são definidas pelo Plano de Sistema de Unidades de Conservação como "áreas criadas pelo Poder Público, por lei, visando a proteção e a preservação de ecossistemas no seu estado natural e primitivo, onde os recursos naturais são passíveis de um uso indireto sem consumo".
Existem diversas categorias de unidades de conservação, com objetivos específicos e graus de restrição para a intervenção humana diferenciados, desde a total preservação até o uso múltiplo e recreacional. No Brasil há 13 categorias.
A primeira criada no país foi o Parque Nacional de Itatiaia, em 1937. Desde então, as unidades de conservação multiplicaram-se, chegando a mais de 33 milhões de hectares há 10 anos.
No Município de Campinas, já existem várias unidades de conservação e áreas correlatas: uma Área de Relevante Interesse Ecológico sob administração federal (Santa Genebra), três Áreas Naturais Tombadas sob administração estadual (Bosque dos Jequitibás, Reserva Florestal da Fundação José Pedro de Oliveira e Fazenda Mato Dentro), dois Parques (um Ecológico - Monsenhor Emílio José Salim e outro Estadual) e parte de uma Área de Proteção Ambiental Estadual (Piracicaba e Juqueri-Mirim) (dados de 1992), além da APA Municipal de Sousas e Joaquim Egídio.